Tendo como fio condutor a ideia de reprodução, o artigo segue o caminho dos principais debates, desafios e problemas que têm movimentado conceitualmente a economia feminista, desde a discussão sobre o trabalho doméstico até a ideia mais recente de sustentabilidade da vida. Iniciamos com uma crítica aos esquemas reprodutivos elaborados por algumas escolas econômicas, seguindo com a recuperação do trabalho doméstico, os esquemas produção-reprodução, a ideia de reprodução social e o conceito de sustentabilidade da vida. Termina com um epílogo, em que se afirma a necessidade de diálogo entre as diferentes economias que estão alinhadas com o mesmo objetivo de sustentabilidade da vida.