Este estudo vai traçar os movimentos
ciberfeministas em seus percursos históricos.
Para isso, parte da crítica desempenhada pelas
primeiras ciberfeministas sobre a condição
de (re) colonização do ciberespaço, para
posteriormente, discorrer sobre a intimidade
política no uso das redes digitais pelas mulheres
e suas causas. Através da metáfora ciborgue
atrelando os feminismos e as tecnologias
online no tecnocapitalismo, este artigo tem o
objetivo de refletir a potência política da mulher,
emergindo no contexto ambíguo das tecnologias
online.