Historicamente, as mulheres têm sido as principais responsáveis pelo trabalho doméstico,
sendo os homens considerados os provedores da família. A inserção das mulheres no
mercado de trabalho ocorreu em condições desiguais. Nessa conjuntura questiona-se: é
possível a autonomia econômica das mulheres? Quais os desafios da participação feminina
em empreendimentos solidários? Quais políticas públicas sinalizam nessa direção? Para
refletir sobre isso, adotou-se as categorias: relações sociais de sexo e gênero. Considera-se a
economia solidária como uma alternativa à organização capitalista. Entretanto, para sua
construção é necessário pensar novas relações de gênero.