O presente artigo apresenta os resultados de minha tese de doutorado, na qual realizei
uma revisão bibliográfica crítica, através dos estudos queer~cu-ir, observando como se manifestava
o conceito de gênero em muitas pesquisas dos estudos feministas da tradução, para sugerir os
estudos feministas da tradução e/m queer~cu-ir como uma outra proposição teórica. Na época,
meu nome de registro ainda era Beatriz Regina Guimarães Barboza, embora todes me conhecessem
por be rgb, pessoa não binária. Hoje me afirmo transmasculine e trago esta localização ao debate
como tradutorie transfeminista. Como método, recorro à prática de an/dança, fundamentada pela
ética queer da primeira pessoa, para enredar fluxos teóricos de afinidades e/m contingências, em
prol de seu estranhamento e perturbação propositiva. Por fim, faço uma autocrítica à minha pesquisa
e sugiro outras perguntas.